quinta-feira, agosto 02, 2007
A revogação da Lei e dos Profetas segundo Jesus
Como se pode ver, Jesus está no início da pregação da boa notícia. Como é óbvio, percebeu que teria de falar da Lei e dos Profetas, para cativar os seus ouvintes. Não fosse ele também judeu. Mas qual Lei? Quais Profetas? Esta Lei é a Lei do Amor posta na letra da intricada lei mosaica, não é a lei da religião dos sacerdotes do templo de Jerusalém. Os Profetas são aqueles que se ouviram, que se escutaram, e nas suas almas surge a mensagem de boa nova e a transmitiram sem medos e sem rodeios.
Ao dizer “... levá-los à perfeição”, Jesus quer dizer que os doutores da lei deturparam a Lei e os Profetas, para assim poderem chegar ao poder e controlarem as vidas das pessoas, por isso, logo de seguida diz que pode acabar o céu e a terra, quer dizer, pode acabar o poder temporal dos poderosos deste mundo, mas a Lei do Amor proclamada pelos Profetas não acabará, até que se acabe este mundo.
Depois chama a atenção de quem o ouve, que ninguém é excluído de Deus (Reino de Deus), mas aquele que ensina e não pratica o que ensina, está a enganar e a enganar-se, e por isso é chamado de menor, menor no amor por si mesmo e pelo os outros. O que ensina e pratica o que ensina, esse é chamado de grande, grande de amor, por que o seu ensinamento vem de dentro, vem da sua experiência pessoal dos ensinamentos.
Façamos assim.
quarta-feira, julho 25, 2007
A outra face, a outra cor.
Assim é connosco, temos muitas cores, aqui e acolá tem as cores das nossas escolhas, pintamos a nossa "árvore" interna, somos criadores da nossa própria existência. E é nas nossas escolhas de cor que revelamos a vontade Deus para nós, para a nossa existência por aqui, afinal é aí que reside Deus em nós, é a nossa alma que nos orienta.
Lembro-me da história do veado, que num dia de primavera acordou e sentiu um cheiro de um perfume que cheirava muito bem, e ficou apaixonado pelo tal perfume, de tal forma, ele decidiu partiu à procura da origem do perfume, e assim foi, partiu para as montanhas e não conseguia descobrir a origem e continuou por vales e planícies, sempre sentindo o perfume, mas sempre sem conseguir descobrir a origem, até que um dia exausto pela aquela procura constante que já durante à anos, pensou em desistir de encontrar a origem, quando finalmente reparou que o perfume de almíscar estava a sair dele.
Até já.
sexta-feira, julho 20, 2007
Jesus, filho único de Deus, ele próprio deus.
Como poderia Jesus dizer-se “Filho Único de Deus”? O que ele disse foi “Eu sou filho de Deus” e “Vós sois meus irmãos” e também “Vós sois filhos de Deus”. Tudo o resto é mentira, a não ser que acreditem que é verdade.
Se Jesus é o filho único de Deus, então também somos filhos únicos de Deus, pois não nos repetimos, realmente somos únicos para Deus.
A haver uma santíssima trindade, e Jesus sendo a parte Filho, então também nós fazemos parte dela como Filhos(as). Não estamos separados de Deus. A separação é uma ilusão.
Se Jesus é Deus, também nós somos Deus. Foi Jesus que nos revelou isso. Mas alguém com gosto de ter reis e senhores, a quem servir, ou de se fazer rei e senhor, achou que Jesus devia passar a ser um deus, um imperador, um rei, um ídolo e que deveria ser adorado e bajulado com rituais complicados e exigindo sacrifícios para que nos seja propício e generoso para connosco pobres e desgraçados humanos, quais pedaços de carne ambulante, assim como outro deus qualquer, e ao jeito dos senhores do poder terreno que gostam muito de deuses que os protejam nas suas maquinações, e que os outros sejam submissos ao seu poder que dizem vir directamente de deus, Jesus nunca foi assim e o que aconteceu foi uma traição a Jesus e à sua mensagem de Boa Nova ou boa notícia.
Transformaram a Boa Notícia numa Terrível Notícia. Em vez de escutarmos a sua mensagem, corremos apressados para os rituais de adoração da caricatura de Jesus; em vez de olhar para a forma como Jesus sentiu, disse e fez, tornamo-nos seguidores cegos que precisam das sagradas escrituras como bengalas de cego que tacteiam o chão; em vez de sentirem que Jesus nos chamou para a maioridade para ver o mundo com olhos bem abertos, recolhemo-nos na infantilidade e na menoridade, mantendo os olhos bem fechados.
Valia a pena pensar nisto.
quinta-feira, julho 12, 2007
As Sete Maravilhas com que estou Maravilhado
Deus É Tudo O Que Existe, não há algo que não seja Deus.
Amor é Deus espalhado(a) por Tudo O Que Existe.
Vida é Deus a experienciar-se através de nós, seres humanos, e através do Universo.
Alma É Aquilo Que Eu Realmente Sou, uma individuação de Deus.
Mente é uma parte do nosso Ser agora, que nos dá a ilusão do tempo e guarda o nosso passado, o nosso mecanismo de auto-preservação da unidade Alma/Mente/Corpo.
Corpo é a parte onde nos experienciamos nesta realidade relativa, no aqui e agora, vulgo o Presente.
Tudo É DEUS/AMOR/VIDA
O Desafio é passado à Desassossego do blog Um dia destes...
sexta-feira, julho 06, 2007
Encontras Deus dentro da Tua Mente?
"Eu digo-te, vem até Mim ao longo do caminho do teu coração, não através do caminho da tua mente. Tu nunca irás encontrar-Me na tua mente.Por outras palavras, tu não podes conhecer-Me se tu pensares demasiado sobre Mim. Isto porque os teus pensamentos contém nada mais do que as tuas prévias ideias sobre Deus. Agora a Realidade de Mim não será encontrada nas tuas ideias prévias, mas na tua experiência do momento presente.
Pensa desta maneira: a tua mente guarda o passado, o teu corpo guarda o presente, a tua alma guarda o futuro.
Posto de outra maneira, a mente analisa e recorda, o corpo experiencia e sente, a alma observa e sabe.
Se tu queres aceder às tuas lembranças sobre Deus, procura na tua mente. Se tu queres aceder ao que tu sentes por Deus, procura no teu corpo. Se tu queres aceder ao que tu sabes sobre Deus, procura com a alma."
quarta-feira, julho 04, 2007
segunda-feira, julho 02, 2007
Deus é Pai, Deus é masculino.
A visão de um deus assim é redutora, e apenas serve os interesses masculinos da sociedade patriarcal. Como se sente a mulher perante esta ideia sobre Deus?
E então, as afirmações de Jesus a este respeito?
Jesus viveu numa sociedade patriarcal, ora para explicar e fazer-se entender, teve que dizer “Deus é como um pai”, mas não disse “Deus é pai”, nem disse “Deus não é pai”. Pai para Jesus, é um ser amoroso, carinhoso entre outras qualidades, ora era isto que ele queria dizer.
Deus é tudo o que existiu, existe e existirá, não há algo que não seja Deus, por muito que custe a algumas pessoas, que gostam de ver adversários de Deus, como se esses adversários de Deus não fossem Deus também.
Portanto, tudo o que podemos pensar que é contrário a Deus, é uma ilusão.
Reduzir Deus a ser só pai, tem como único propósito dar aval para a continuação da supremacia masculina.
Se é nosso desejo, o desenvolvimento da sociedade humana, então temos que expandir a nossa definição de Deus. Sem isso, vamos continuar a “bater na mesma tecla”.
Se Deus é tudo, então podemos ver Deus como pai, como mãe, como filho, como filha, como ...
segunda-feira, junho 25, 2007
A Nova Espiritualidade e as Relações Humanas
Nos dias da Nova Espiritualidade, as relações humanas serão completamente re-criadas, tanto em objectivo como em processo.
Nos dias da Nova Espiritualidade, as relações humanas deixarão de ser vistas como meio de preenchimento de necessidades.
Nos dias da Nova Espiritualidade, todas as relações serão vistas como sagradas.
Nos dias da Nova Espiritualidade, todas as pessoas compreenderão que nada tem qualquer sentido excepto aquele que elas lhe dão.
Nos dias da Nova Espiritualidade, todas as pessoas entenderão o objectivo da relação e o Processo da Vida, bem como o seu papel no mesmo, e abençoarão o processo e chamar-lhe-ão sagrado, empenhar-se-ão no processo e chamar-lhe-ão aventura, experienciarão o processo e chamar-lhe-ão Nirvana... para começarem alegremente o processo todo de novo no momento que escolherem no ciclo interminável de felicidade suprema que é a Criação Em Si.
Nos dias da Nova Espiritualidade, será claro que todas as relações começam, acabam e são criadas com a alma humana e no seu íntimo.
Nos dias da Nova Espiritualidade, o amor e a liberdade serão entendidos como sendo o mesmo.
Nos dias da Nova Espiritualidade, as relações não compreenderão culpa, juízo ou cenários vítima-vilão, mas entender-se-ão como sendo experiências co-criativas nas quais todas as partes assumem a responsabilidade das suas escolhas e decisões.
Nos dias da Nova Espiritualidade, a sexualidade humana será experienciada como alegre celebração da vida e a expressão gloriosa de Divindade que sempre se destinou a ser, será expressa sem embaraço nem vergonha ou culpa e sem restrições nem limites de qualquer espécie, excepto as que são voluntariamente auto-impostas.
quinta-feira, junho 21, 2007
Nova Espiritualidade e a Economia
Nos dias da Nova Espiritualidade, o objectivo do negócio e do comércio será alterado.
Nos dias da Nova Espiritualidade, a riqueza não será definida como posses e poder, mas como acesso e felicidade.
Nos dias da Nova Espiritualidade, a economia será transparente.
Nos dias da Nova Espiritualidade, a economia será localizada.
Nos dias da Nova Espiritualidade, não haverá acumulação desproporcionada de riqueza e recursos, e deixará de ser permitida a existência da pobreza extrema.
Nos dias da Nova Espiritualidade, será reconhecido que todo o ser humano tem direito às coisas elementares da Vida e à capacidade de sobreviver.
Nos dias da Nova Espiritualidade, será reconhecido que os recursos naturais pertencem a todos."
terça-feira, junho 19, 2007
Nova Espiritualidade e a Sociedade
Nos dias da Nova Espiritualidade, os membros da sociedade terão ideias claras sobre o que é do seu interesse comum, e saberão como chegar a essa determinação sem brigar, discutir ou lutar e, para todo o sempre, sem conflito violento.
Nos dias da Nova Espiritualidade, a mensagem de liberdade inspirará a experiência da liberdade em si."
quinta-feira, junho 14, 2007
Nova Espiritualidade e a Política
Nos dias da Nova Espiritualidade, a ideia de utilizar a política para se definirem a vós próprios tal como definiram Deus, será amplamente aceite.
Nos dias da Nova Espiritualidade, a humanidade começará por fim a ter mais crenças fundamentais em comum, criando um padrão mais uniforme para a expressão política em todo o mundo."
De Neale Donald Walschquarta-feira, junho 06, 2007
A Nova Espiritualidade - A religião
Nos dias da Nova Espiritualidade, as vossas religiões actualmente estabelecidas deixarão de imaginar que têm todas as respostas.
Nos dias da Nova Espiritualidade, as vossas religiões actualmente estabelecidas deixarão de declarar que qualquer coisa pode existir fora de Deus."
Neale Donald Walsch
sexta-feira, junho 01, 2007
As crianças e a nova espiritualidade
Nos dias da Nova Espiritualidade, a coerção e o castigo não farão parte do processo educativo.
Nos dias da Nova Espiritualidade, o enfoque da educação será na criação.
Nos dias da Nova Espiritualidade, a prioridade da educação deixará de ser a disseminação de factos, passando a ser o aumento da sensibilidade, percepção, compreensão, compaixão, aceitação, celebração e apreciação da reverência e maravilha da vida.
Nos dias da Nova Espiritualidade, a função da educação será desenhar um Círculo de Relevância em volta dos dados e sistemas elementares que suportam a Vida.
Nos dias da Nova Espiritualidade, a educação será uma questão de criação, não de uma escola, mas de um ambiente de aprendizagem."
Do Neale Donald Walsch
segunda-feira, maio 28, 2007
Desafio do EU
EU QUERO nada, apenas desejo tudo.
EU TENHO um corpo e através dele experiencio a Vida.
EU ACHO vida em todo o lado.
EU ODEIO logo eu sinto medo.
EU SINTO Deus em mim.
EU ESCUTO-me.
EU CHEIRO a perfume da Deusa.
EU IMPLORO nada, a necessidade não existe, tenho tudo o que é necessário.
EU PROCURO algo que não exista.
EU ARREPENDO-ME de algumas vezes não me ter sentido Deus.
EU AMO–ME logo amo-te.
EU SINTO DOR no meu corpo.
EU SINTO A FALTA de não ter necessidade de algo.
EU IMPORTO-ME comigo, e depois com os outros, e finalmente com o resto.
EU SEMPRE estou e sou em todo o lugar e tempo, eternamente no presente.
EU NÃO FICO no passado nem no futuro.
EU ACREDITO no AMOR/VIDA/DEUS.
EU DANÇO com a música.
EU CANTO de alegria.
EU CHORO com os meus olhos, quando vejo imediatamente a saída.
EU FALHO quando sinto medo.
EU LUTO contra as minhas ilusões.
EU ESCREVO o que sou e o que sinto.
EU GANHO o que não tenho, mas como tenho tudo o que é necessário não ganho nada.
EU PERCO–ME quando vivo as ilusões como a realidade última.
EU CONFUNDO-ME nas ilusões desta realidade relativa.
EU ESTOU, eu sou (em inglês é a mesma palavra, BE).
EU FICO FELIZ por despertar-me, por despertar-te, por despertar-vos.
EU TENHO ESPERANÇA que consigamos ver as ilusões como ilusões.
EU PRECISO de nada, a necessidade é base dos conflitos.
EU DEVERIA ser, mas não sou, porque escolhi ser outro que não o outro dos outros.
EU NÃO GOSTO de seres humanos adormecidos nas ilusões.
EU SOU aquele que é, e se experiencia nesta forma de vida actual, não tendo ainda descoberto quantas vezes isso já lhe aconteceu..
Eu não vou passar a alguém em particular, mas lanço o desafio a todos os que por aqui passarem.
quarta-feira, maio 23, 2007
Os planos de Deus para mim.
Decide tu os teus planos para ti.
A tua vocação é viver a vida, por isso não penses na tua vocação, vive apenas a vida."
Deus não tem planos para ninguém, desiste de procurar o plano de Deus para ti, a tua decisão é o teu plano para ti e por consequência o de Deus.
Se Deus criou o livre arbítrio, por que “carga de água” havia de nos andar a dizer “tu vais fazer isto, tu vais fazer aquilo”?
É apenas a nossa decisão pessoal que conta, por isso eu disse, que é uma perda de tempo andar a tentar a descortinar qual é o plano de Deus para nós.
A haver vocação para algo, essa é a de viver a vida livre de “amarras” ilusórias, a vida é para ser experienciada com todo o nosso Ser.
Experimenta situações que nunca experimentaste, e vais ver o teu Ser a rejubilar e a vibrar.
segunda-feira, maio 21, 2007
Entrega-te
Quem é que está em primeiro lugar?
Eu estou em primeiro lugar.
Tu estás em primeiro lugar.
Jesus pôs-se em primeiro lugar.
Quantas vezes ele se afastou sozinho para meditar?
E foi a partir da meditação pessoal e pela interiorização, que ele se encontrou com ele próprio e decidiu o que tinha para fazer, depois se entregou aos outros seres humanos, mas regularmente voltava-se para si mesmo e meditava só.
Na entrega de mim a mim e na entrega de mim aos outros, eu estou a entregar-me a Deus.
Que mais há para entregarmo-nos? Isto que eu estou a dizer são apenas palavras, faz tu a experiência delas e diz-me o que sentiste.
terça-feira, maio 15, 2007
Prometo ser...
”Não te desejo que sejas feliz, por que eu sei que tu és feliz.
Não te esqueças que, não vais fazer alguém feliz, na realidade vais ajudar o outro a encontrar a sua própria felicidade, assim como ele te vai ajudar a encontrar a tua própria felicidade.
Já existe felicidade dentro de nós, não temos que a pôr lá.
Antes de dizermos esta frase:
"prometo ser-te fiel, amar-te e respeitar-te até ao fim das nossas vidas",
eu aconselho-te a dizer a seguinte frase, por que esta é que tem mais poder, a primeira é consequência desta, é desta que tudo parte, aqui vai:
"prometo ser-me fiel, amar-me e respeitar-me até ao fim da minha vida"
A maior traição que podemos cometer é atraiçoarmo-nos a nós mesmos.
Espero que encontres a tua própria felicidade através desse teu encontro de almas.”
sexta-feira, maio 11, 2007
Jesus Curou os Doentes Porque Eles Escolheram Assim
Neale Walsch: Não. Acredito que Ele seria capaz de o fazer.
Óptimo. Agora a mente anseia por saber: Porque é que Ele não o fez? Por que terá Cristo optado por deixar sofrer uns e curar outros? Já agora, por que é que Deus permite sequer que haja sofrimento, seja em que altura for? Essa pergunta já foi feita e a resposta continua a ser a mesma. Existe perfeição no processo - e toda a vida surge por opção . Não é conveniente interferir nessa opção, nem questioná-la. É sobretudo inconveniente condená-la."
Conversas com Deus - Livro 1
Pag. 66-67
Neale Donald Walsch
segunda-feira, maio 07, 2007
SER E SENTIR-ME
“Ser” é incondicional. Nós somos o quê? Nós somos quem? Onde somos? Quando somos?
“Sentir” é condicional. Sentimo-nos de uma determinada maneira dependendo do ambiente que nos rodeia.
Eu sou Feliz. Ou Eu sou Felicidade. Eu, ao dizer que sou feliz, não me obriga a sentir-me sempre feliz. É aí que reside o chamado “livre arbítrio”. A frase “Eu sou ...” é muito poderosa, mais que do que “Eu quero ser ...”. Eu chamo-lhe o “Efeito Pescada”, que antes de ser já o era.
Quem eu sou, é um conjunto de escolhas possíveis que eu faço de/para mim, de modo a realizar experiência neste mundo do relativo, é aqui que eu tenho a possibilidade de experimentar, não é no mundo do absoluto que isso acontece, no absoluto não existe experiência, apenas conhecimento total.
O que eu sinto ou sinto-me, depende das experiências do passado, pode parecer negativo estar dependente do antes, mas o que se passa é que nós somos dotados de mente, e a mente recorre à memória do cérebro, para funcionar como mecanismo de auto-preservação do nosso corpo, visto que a mente assume que nós somos apenas corpo. Mas é através deste mecanismo de preservação da nossa integridade física que conseguimos sentir a dualidade, os opostos desta realidade relativa que estamos a viver agora, dando-nos a impressão de existir um passado e um futuro.
Devemo-nos sentir felizes ou infelizes, e todas as outras dualidades e opostos, mas sempre sem perder de vista as escolhas que fazemos relativamente àquilo que dizemos Ser.
Vale a pena pensar nisto.