quarta-feira, março 08, 2006

Estar sem defesa é a Experiência Sagrada

"Estar sem defesa é a Experiência Sagrada.
Na Experiência Sagrada a pessoa está sem defesa. Não há necessidade de defesa porque a experiência de ataque, ou a experiência de dano, é impossível. Há apenas o que está se passando, o que está acontecendo agora, mas isso não é rotulado nem como ataque nem como dano pelo Um, conseqüentemente, não há necessidade de defesa, julgamento ou perdão.
É exatamente o que foi experimentado por Jesus quando ele foi crucificado. Ele compreendeu que O UM estava fazendo aquilo Consigo, por um propósito muito mais elevado e grandioso do que o que era visto ou percebido pelas Individualizações do Um que estavam lá no momento vendo tudo, mas enxergando nada."

in "Experiência Sagrada" - capítulo nove, do Neale Walsch

segunda-feira, fevereiro 13, 2006

Experiência Sagrada

"Elas a tiveram na meditação, talvez, ou em um momento de puro silêncio, ou no meio de uma interação impactante com o outro (como uma relação sexual, ou rindo ou chorando juntos, ou caminhando por uma alameda numa manhã ensolarada, ou nadando no mar, ou, simplesmente, lavando pratos.) Eu chamo isso de Experiência Sagrada. É quando sabemos Quem Nós Realmente Somos.
Embora muitas pessoas tenham tido essa experiência momentaneamente, o truque é tê-la continuamente. Esta foi a aspiração de Buda. Esta foi a jornada de Cristo. Esta é a oportunidade colocada à frente de cada um de nós. Muitos Mestres nos mostraram o caminho.O caminho é SERMOS o caminho. “Eu sou O Caminho e A Vida. Sigam-me.” É o que todos os Mestres declararam. É o que todos os Discípulos entenderam. No entanto, não procure pelo seu Mestre, SEJA o Mestre que andou procurando. Não procure a Verdade, SEJA a Verdade que andou procurando. E não pretenda mudar o outro, SEJA a mudança que você deseja ver."

Experiência Sagrada, Neale Donald Walsch

Por Osho

"Uma pessoa feliz não precisa de religião; uma pessoa feliz não precisa de templo, de igreja - porque, para uma pessoa feliz, todo o universo é um templo, toda a existência é uma igreja. A pessoa feliz não tem compromisso algum com uma atividade religiosa porque toda a sua vida é religiosa.
Seja lá o que você fizer com felicidade, é uma oração: o seu trabalho se torna uma devoção; a sua própria respiração tem um intenso esplendor, uma graça. Um homem feliz simplesmente chega a ver que Deus está em todo lugar. Você precisa de olhos felizes para enxergá-lo."

segunda-feira, janeiro 30, 2006

Não exijam.

Não exijam.

Não exijam que eu me sinta feliz, quando eu escolho, sentir-me infeliz.
Não exijam que eu me sinta contente, quando eu escolho, sentir-me descontente.
Não exijam que eu me sinta bem, quando eu escolho, sentir-me mal.
Não exijam que eu me sinta sem dores, quando eu escolho, sentir-me com dores.
Não exijam que eu me sinta confortável, quando eu escolho, sentir-me desconfortável.
Não exijam que eu me sinta alegre, quando eu escolho, sentir-me triste.
Não exijam que eu me sinta melhor, quando eu escolho, sentir-me pior.
Não exijam que eu me sinta sem sofrimento, quando eu escolho, sentir-me a sofrer.
Não exijam que eu me sinta a amar, quando eu escolho, sentir-me a odiar.
Não exijam que eu me sinta flexível, quando eu escolho, sentir-me exigente.
Não exijam que eu me sinta vivo, quando eu escolho, sentir-me a morrer.
Não exijam que eu me sinta positivo, quando eu escolho, sentir-me negativo.
Não exijam que eu me sinta um com todos, quando eu escolho, sentir-me separado dos outros.
Não exijam que eu me sinta importante, quando eu escolho, sentir-me inútil.

Não exijam. Respeitem-me. Deixem-me escolher.

segunda-feira, janeiro 23, 2006

A Espiritualidade e o Humor

Ando a ler um livro que é um fartote de rir sobre este tema da espiritualidade, "Deus não é para brincadeiras" da Julia Cameron, transcrevo uma parte:

«(...) Quem sabe? Deus pode ser alto e bonito. Ou loura e bem feita. Alguém de quem possa mesmo gostar. Alguém com quem consiga conversar e sair para dançar salsa. Alguém que entenda as suas piadas e goste dos mesmos filmes japoneses horrorosos de monstros. A questão é que, enquanto não decidir encontrar-se com Deus, não o saberá. Se nos seus auscultadores estiver a ouvir as cassetes de “Deus é assim” das outras pessoas, das Sumidades Espirituais, pode não ver Deus disfarçado do homem do lixo simpático que leva os seus sacos a mais sem o fazer telefonar para um inferno burocrático para pedir mais um camião e um condutor. Pode não ver Deus no melro de asas encarnadas ou num seixo brilhante do rio. Pode não ver Deus, ponto final.»

sexta-feira, janeiro 20, 2006

No início era o Nada ....

No início nada existia, e depois foi criado este blog sobre espiritualidades.